Perguntas Frequentes

    As perguntas que nos fazemantes de contratar

    Respostas directas sobre custos, licenciamento, limites legais e o que acontece quando algo corre mal. Sem promessas que não se cumprem e sem esconder o que um serviço não faz.

    Em síntese03
    • Central 24h218 209 979
    • OrçamentosResposta em 24h úteis
    • CoberturaNacional

    Quanto custa um serviço de segurança privada?

    Não há tabela de preços, porque o que pesa na factura não é o serviço em abstracto: é o número de horas de presença, quantos turnos são precisos para as cobrir, se há noites, fins-de-semana e feriados, a distância ao local e a tecnologia envolvida.

    Um posto ocupado 24 horas por dia precisa de mais do que três pessoas, por causa de folgas, férias e faltas. Uma ronda nocturna a um armazém isolado custa menos do que isso, mas também dá outra coisa. Por isso o orçamento é feito caso a caso, depois de perceber o que tem de ser protegido e durante quanto tempo.

    Pedidos comerciais têm resposta em 24 horas úteis.

    Qual a diferença entre vigilância humana fixa e rondas móveis?

    Na vigilância humana fixa há um vigilante no local, durante o período contratado. Controla acessos, está presente quando algo acontece e conhece a rotina do sítio. É a opção para portarias, recepções, obras e instalações onde a presença permanente é o próprio serviço.

    Nas rondas móveis, uma equipa passa pelo local várias vezes, em horários combinados, verifica o perímetro e regista o que encontra. Não há ninguém no sítio entre passagens — e é exactamente por isso que custa uma fracção do outro.

    A escolha entre as duas depende do que se está a evitar. Se o risco é alguém entrar sem ser visto durante a noite, as rondas resolvem. Se o risco é não haver ninguém a decidir no momento em que algo corre mal, não resolvem.

    Que licenciamento tem de ter uma empresa de segurança privada em Portugal?

    Em Portugal, nenhuma empresa pode prestar serviços de segurança privada sem alvará emitido pelo Ministério da Administração Interna. O alvará identifica a empresa e os tipos de serviço que está autorizada a prestar — não é um registo comercial genérico, é uma autorização específica desta actividade.

    A SOC tem os alvarás n.º 223-A e C do Ministério da Administração Interna.

    Antes de contratar qualquer prestador, vale a pena pedir o número de alvará e confirmar que cobre o serviço que vai ser prestado. Uma empresa licenciada não tem qualquer problema em dá-lo.

    O que acontece quando um alarme dispara?

    O sinal chega à central operacional, que está activa 24 horas por dia. O primeiro passo é confirmar se o disparo é real — a maioria não é. Conforme o que estiver combinado, a central contacta o cliente, verifica imagens quando existem, e aciona o piquete de intervenção para se deslocar ao local.

    O tempo até alguém chegar depende da distância ao local, da hora e do trânsito. Por isso é definido caso a caso e fica escrito no contrato, em vez de ser prometido em números redondos que não se aplicam a toda a gente.

    Quando há indícios de crime, quem tem competência para intervir são as forças de segurança. O papel da segurança privada é confirmar, comunicar, preservar o local e acompanhar — não substituir a PSP ou a GNR.

    Um condomínio pode contratar segurança privada? Como se divide o custo?

    Pode. É uma decisão tomada em assembleia de condóminos, como qualquer outra despesa comum, e o custo é normalmente repartido pela permilagem de cada fracção — da mesma forma que a limpeza ou o elevador.

    Na prática, é o que torna o serviço acessível: um valor que seria pesado para uma família passa a ser dividido por todas as fracções do prédio.

    A SOC prepara a proposta no formato que a assembleia precisa para votar, com o serviço descrito e o custo já apresentado de forma a poder ser repartido.

    Quanto tempo demora a iniciar um serviço?

    Depende sobretudo do tipo de serviço. Rondas móveis e resposta a alarmes arrancam mais depressa, porque assentam em equipas que já estão no terreno. Um posto de vigilância fixa exige afectar vigilantes credenciados a esse local específico, e isso leva o tempo que levar a fazê-lo bem.

    Também conta a preparação: um posto sem procedimentos escritos, sem saber quem abre, quem fecha e o que fazer quando algo acontece, é um posto que vai falhar na primeira semana.

    O prazo concreto é dado no orçamento, depois de visitar o local — não antes.

    Preciso mesmo de um vigilante, ou chega um sistema de alarme?

    Um sistema de alarme deteta e avisa. Não decide, não fala com ninguém, não avalia se o que está a acontecer é um assalto ou um gato. Faz muito bem uma coisa: dar o sinal.

    A pergunta útil não é qual dos dois é melhor, é o que acontece depois do sinal. Se não houver ninguém para confirmar e ir ao local, o alarme passa a ser um aviso que ninguém atende — e, ao fim de alguns disparos falsos, deixa de ser levado a sério.

    Na maioria dos casos a resposta certa combina os dois: tecnologia a detetar, pessoas a responder. O peso de cada parte é o que se decide na avaliação de risco.

    Posso instalar videovigilância em qualquer sítio?

    Não. A videovigilância tem limites legais e eles existem por boas razões. Não se filmam zonas onde as pessoas têm expectativa de privacidade — casas de banho, vestiários, zonas de descanso — nem se aponta uma câmara para a via pública ou para a propriedade do vizinho.

    A presença de câmaras tem de estar sinalizada de forma visível, as imagens só podem ser usadas para a finalidade que justificou a instalação, e são conservadas apenas durante o período legalmente admissível.

    Um sistema mal instalado não é só inútil: pode tornar-se um problema jurídico maior do que aquele que pretendia resolver. É por isso que o enquadramento legal faz parte do projeto, não é um detalhe a tratar depois.

    A SOC trabalha em todo o país ou apenas na zona de Cascais?

    A sede é em Cascais e a cobertura é nacional. Serviços de vigilância fixa, eventos, consultoria e instalação de sistemas são prestados em qualquer ponto do território.

    As rondas móveis são a excepção que vale a pena explicar: como assentam em viaturas a percorrer um circuito, dependem de haver rota na zona. Se não houver, dizemo-lo em vez de aceitar o serviço e prestá-lo mal.

    Para saber se há cobertura no seu caso, o mais rápido é ligar para a central operacional: 218 209 979, 24 horas por dia.

    Ficou por responder?

    A central operacional atende 24 horas por dia. Para pedidos de orçamento, respondemos em 24 horas úteis.