O que uma ronda vê que uma câmara não vê.

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    Equipa SOC
    Viatura a chegar a uma instalação após um alerta

    Rondas móveis · verificação de perímetro em instalação industrial

    Uma câmara vê muito bem uma coisa: aquilo para onde está apontada. E é essa a limitação que quase nunca se discute na altura de a instalar.

    O ângulo fixo

    Um plano de videovigilância é desenhado num dado momento, com base no que se sabia nesse momento. Depois o espaço muda. Cresce um arbusto, monta-se uma estrutura nova, muda-se o sítio dos contentores. A câmara continua a apontar para onde apontava.

    Além disso há aquilo que uma câmara nunca vai captar por natureza: o cheiro a queimado num quadro eléctrico, o barulho de água a correr onde não devia, uma porta que parece fechada e não está.

    O que aparece no relatório de uma ronda

    A maior parte das ocorrências que registamos não são intrusões. São o portão que ficou encostado, a fechadura que já esteve a ser forçada e ninguém reparou, o projector que fundiu e deixou uma zona às escuras, o alarme com bateria fraca.

    Quase tudo o que evita um problema grande é uma coisa pequena encontrada a tempo.

    As duas coisas funcionam juntas

    Isto não é um argumento contra câmaras. A câmara cobre continuamente aquilo que vê e não se cansa; a ronda cobre tudo, mas por intervalos. Uma tapa o buraco da outra, e é por isso que quase nunca propomos só uma delas.

    O que isto não resolve

    Uma ronda passa a intervalos, e entre passagens ninguém está lá. Quem precisa de cobertura permanente num ponto específico precisa de presença fixa nesse ponto, e nós dizemos isso mesmo quando a proposta fica mais cara.

    Quer perceber o que isto significa na sua instalação?

    Fazemos o levantamento e dizemos com franqueza o que é necessário.